Brasil

Justiça revoga prisão preventiva de Belo

A prisão preventiva do cantor Marcelo Pires Vieira, o Belo, foi revogada, na sexta-feira (19). A detenção havia sido determinada devido à investigação de um show do atista que causou aglomerações em um Ciep, no Complexo da Maré, Zona Norte do Rio de Janeiro.

O artista foi preso na quarta-feira (17), mas estava solto desde quinta (18), após a Justiça conceder habeas corpos. A decisão pela revogação da prisão preventiva é assinada pela juíza Ana Helena Motta Lima Valle, da 26ª Vara Criminal. Também foram revogadas as prisões de Célio Caetano, Joaquim Henrique Marques Oliveira e de Jorge Luiz Moura Barbosa.

A decisão também determinou que a autoridade policial deverá manter lacrado o material apreendido com os acusados, sendo a consulta autorizada somente pelo juízo. O processo foi distribuído para a 26ª Vara Criminal, após a decretação da prisão do cantor e dos demais acusados através de decisão proferida, na terça-feira de Carnaval, no Plantão Judiciário do TJ do Rio.

Recordando

Policiais da Delegacia de Combate às Drogas (DCOD) prenderam, no âmbito da Operação ”É o que eu mereço” o cantor o Belo por gerar aglomeração durante um show realizado no Complexo da Maré, na Zona Norte do Rio de Janeiro, no dia 13 de fevereiro, sábado de Carnaval. O evento foi realizado sem autorização da Secretaria Municipal de Educação.

A ação foi deflagrada para cumprir quatro mandados de prisão preventiva e cinco mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça contra os responsáveis por promover a invasão e realização de um evento musical, em plena pandemia, no Ciep 326 – Professor César Pernetta, localizado na comunidade Parque União, no Complexo da Maré, na última sexta-feira (12)

Belo recebeu voz de prisão em Angra dos Reis, no Sul Fluminense, onde gravava com sua mulher, Gracyanne Barbosa, para o programa de Rodrigo Faro, da Record TV. Com a prisão, as gravações foram interrompidas para que o cantor fosse levado pelas autoridades policiais para a Cidade da Polícia, no Rio, para prestar depoimento.

Fonte: NACIONAL – A Tribuna RJ